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Pochetes ganham estilos irreverentes para carnaval de 2018


08/02/2018

Curtir um bloco de rua usando óculos 3D, ter um estilo ecologicamente correto e levar o cachorro para passear. No carnaval, o folião poderá participar de todas essas situações ao mesmo tempo apenas usando uma pochete. O já conhecido acessório está na moda e ganhou estilos ainda mais ousados para a folia de 2018.

 

O carioca Renato Damião, de 32 anos, é um aficionado pela tendência e contou ao G1 que usa suas cerca de 10 pochetes para toda ocasião. Ele ainda falou que é possível atribuir muitas utilidades ao objeto e ainda ficar estiloso. Durante os dias de Momo, ele disse que o acessório se torna ainda um "facilitador de crush".

 

Vantagens da pochete no carnaval:

Guarda objetos em segurança

Dá liberdade para dançar

Compõe fantasias diversas

Facilita o folião a paquerar

Incrementa o estilo

 

Antes vista como o ‘patinho feio’ da moda, as pochetes tomaram formas irreverentes e conquistaram o público. Em diferentes estilos, o objeto pode ser encontrado em preços que variam entre R$ 29,90 até R$ 180.

 

Os formatos lúdicos do acessório se tornam um aliado dos foliões em outro quesito: curtir o carnaval em segurança. Além de ser um objeto prático, as pessoas se sentem mais seguras para se divertirem. Paloma Borges, também criadora da Poche, disse ao G1 que os modelos irreverentes ‘enganam’ as pessoas mal-intencionadas.

 

“A gente hoje tem uma coleção com 23 formatos, tem desde ovo frito até lagosta. Isso é legal porque, além de complementar a fantasia das pessoas, a gente fica preocupado né? ‘Ah, vou sair com celular’. E a maioria das pessoas não entende que tem um celular dentro de uma lagosta. A gente tem uma pochete que é o chifre de um unicórnio que as pessoas usam na cabeça, ninguém sabe que tem um celular em cima da sua cabeça”, contou.

 

Estilo com consciência

A ideia de ter estilo no carnaval pode vir aliada com boas práticas. A marca Lu Gabi elaborou uma série de produtos pensando numa produção ecologicamente correta. A fundadora, Luiza Monte, contou que a ideia surgiu após perceber que a reciclagem de pano no Brasil é quase nula.

 

“Eu comecei a marca e começou a sobrar muito tecido, alguns retalhos e eu vi que dava para virar ou incorporar detalhes em outros produtos. Começou a onda das pochetes e tudo mais. Para eu não usar tecido para fazer o forro ou detalhes da pochete, eu usei os retalhos que já tinha da sobra da minha produção. Então a alça é toda feita com reaproveitamento de tecido e a parte interna também”, disse Luiza.

 

“No Brasil, a reciclagem de tecido é quase nula. Não custa a gente diminuir essa pegada de deixar as coisas no meio ambiente”, completou.

 

Fonte: G1

 


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