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Inadimplência em colégios se mantém, apesar de inflação desacelerar em 2018


07/02/2019

A inadimplência nas escolas particulares em São Paulo ficou estável em 2018, após haver recuado no ano anterior, segundo o Sieeesp (sindicato dos colégios). 

 

A taxa média no estado foi de 8,16% no ano passado, a mesma de 2017. Na capital, o índice também se manteve no patamar dos 12%. 

 

“São números altos. O ideal é não ultrapassar os 5%. Caso contrário, a pressão financeira é grande, e os custos são repassados a quem paga em dia”, diz Benjamim da Silva, presidente da entidade.

 

A inflação dos serviços de ensino básico, porém, desacelerou no ano passado. No fundamental, foi 2,9 pontos inferior à de 2017. No médio, 3,2.

 

“Os reajustes têm coberto a inflação e o dissídio, mas tem havido melhora. Fechamos 2018 com 4% de atrasos e temos uma procura 20% maior neste ano por cursos extras”, afirma Marcos Valverde, do Albert Einstein.

 

A inadimplência sobe em meses que antecedem o recebimento da primeira parcela do 13º salário, segundo ele. Nessa época, chega a 7% no colégio.

 

“O atraso por 30 dias aqui é de até 3,5%. A inadimplência é, de 0,5%. Débitos até três parcelas são negociados e, se passam disso, são resolvidos pelos advogados”, diz Mauro de Salles Aguiar, presidente do Bandeirantes.

 

“Nós também não rematriculamos quem não está em dia, em nenhuma hipótese.”

 

“Há alguns anos, não era uma preocupação, mas tivemos de criar uma estrutura para identificar as famílias que têm dificuldade [de pagamento] e iniciar a negociação o quanto antes”, diz Esther Carvalho, do Rio Branco.

 

Fonte: Folha de S.Paulo


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